Dia 25 de outubro – 10h30 – 12h00

Emotion in Motion: Meaning, Signs, and Discourse

Cynthia Lewis, University of Minnesota, Estados Unidos

In this presentation, I theorize emotion as action mediated by language and other signs and argue that emotion has consequences for learners as it constrains and enables identity production and opportunities to learn. I am particularly interested in how emotion circulates and mobilizes through language and body, and how emotion functions as an action in relation to social actors and objects of learning. I will apply the theories and methods of mediated discourse to foreground action in social spaces and provide a lens through which to understand the meaning of signs/tools in practice. Examples from secondary classes in the U.S. focused on digital media production and analysis will be used to show how students and teachers, as social actors, mobilize emotion to transform texts and signs in ways that may otherwise remain veiled in classrooms.

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Cynthia Lewis is Professor and Chair of Curriculum and Instruction at the University of Minnesota where she holds the Emma M. Birkmaier Professorship in Educational Leadership. Her current research examines the role of emotion in urban classrooms focused on critical media analysis and production. She has published widely on the intersection of social identities and literacy practices in and out of school, including two books that were awarded the Edward B. Fry Book Award from the Literacy Research Association: Literary Practices as Social Acts: Power, Status, and Cultural Norms in the Classroom and the co-edited volume Reframing Sociocultural Research on Literacy: Identity, Agency, & Power. Cynthia is Co-Editor (with Jennifer Rowsell) of the Routledge book series, Expanding Literacies in Education.

Dia 26 de outubro 08h30 – 10h00

Políticas Lingüísticas en las Escuelas Públicas en México y la Formación de los Profesores de Segundas Lenguas: ¿Un diálogo de sordos?

Nora M. Basurto Santos, Universidad Veracruzana, México

Durante muchas décadas, el inglés como lengua extranjera o “lengua adicional” ha sido una asignatura obligatoria de la currícula de la educación media y media superior en todas las escuelas públicas en México. Muy recientemente, con la Reforma Educativa propuesta por la Secretaría de Educación Pública (SEP), en el año 2011, la enseñanza-aprendizaje del inglés se hace presente desde la educación pre-escolar hasta el término de la educación básica al que tienen derecho todos los mexicanos. Consecuentemente, los estudiantes, según los documentos oficiales, tendrán 10 años de clases de inglés durante su educación obligatoria. En esta conferencia se presentarán los resultados de algunas investigaciones llevadas a cabo en el contexto de escuelas públicas en México y se compararán los resultados con los documentos oficiales. Las preguntas que se abordarán son: ¿Qué dicen los documentos oficiales? ¿Qué dicen los maestros de inglés? ¿Qué impacto ha tenido la toma de decisiones en cuanto a la política lingüística de lenguas extranjeras en el contexto educativo mexicano? ¿La toma de decisiones es congruente con la formación profesional de los maestros de inglés o de segundas lenguas?

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Nora M. Basurto Santos es investigadora de tiempo completo de la Universidad Veracruzana. Tiene un doctorado en Enseñanza del Inglés y Lingüística Aplicada por la Universidad de Warwick, Inglaterra. Imparte cursos de metodología de la investigación en los programas de licenciatura en lengua inglesa y en el doctorado en estudios del lenguaje y Lingüística Aplicada. También imparte la materia de Lenguaje y Sociedad en el programa de Maestría en la Enseñanza del Inglés como Lengua Extranjera de la Facultad de idiomas de la UV. Es miembro del Sistema Nacional de Investigadores (SNI). Nora Basurto es la responsable del Cuerpo Académico “Las Lenguas Extranjeras en el Sistema Educativo Público en México”. Ha publicado y participado como conferencista magistral en México y en el extranjero.

 Dia 27 de outubro 16h30 – 18h00

Criação de possibilidades de desenvolvimento do professor-autor: metas para a formação de professores de línguas

Pedro Garcez, com a colaboração de Margarete Schlatter, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Tendo em vista o exercício da cidadania, princípio geral que orienta a educação, entendemos que a formação de professores deve possibilitar o desenvolvimento de sujeitos autores, que possam participar e interferir de modo responsável e ético na vida em sociedade e na formação de cidadãos. A autoria implica em construir a própria singularidade nas atividades em que se participa e assumir a responsabilidade pela singularidade produzida. Mesmo que saibamos que a atividade do professor em sala de aula, na sua diversidade de contextos e participantes, pouco se presta para a aplicação direta de qualquer racionalidade técnica estabilizada, listas de procedimentos objetivos seguem pautando o discurso público sobre a formação de educadores. Entendendo, por outro lado, que a formação de professores se dá em atividades de conhecimento na prática e reflexão na prática e mediante vivência de experiências situadas de docência e reflexão coletiva sobre tais experiências vividas, formulamos conhecimentos necessários para o desenvolvimento da autoria do docente frente a decisões que precisa tomar diante das diretivas educacionais e das demandas em diferentes contextos escolares. Para tanto, apresentamos casos de formação inicial e continuada envolvendo equipes de professores iniciantes, professores experientes e formadores universitários, atentando para as atribuições de cada perfil de participante na formação. A seguir, tomando a Base Nacional Comum Curricular como normativa a ser observada, fazemos recomendações de ações formativas que visem a criação de oportunidades de exercício da autoria do professor de línguas. Com base nos casos levantados, discutimos como a formação do professor-autor pode ser construída a partir da formulação e da resolução de problemas oriundos da prática, da convivência produtiva entre professores mais e menos experientes e da busca por reflexão coletiva sobre o que significa aprender a ensinar em cada contexto.

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Pedro de Moraes Garcez é professor titular do Departamento de Linguística, Filologia e Teoria Literária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisador do CNPq. Licenciado em Letras pela UFRGS, fez mestrado em Inglês e Literatura Correspondente na Universidade Federal de Santa Catarina e doutorou-se em Educação, Cultura e Sociedade pela Universidade da Pensilvânia, instituições onde atuou também como professor de inglês e português como línguas adicionais. Orienta alunos de mestrado e doutorado em Linguística Aplicada e lidera o Grupo de Pesquisa ISE – Interação Social e Etnografia, dedicado ao estudo da conversa, da interação de sala de aula e da produção de conhecimento. Atua na formação inicial e continuada de educadores da linguagem do Brasil e de países da América Latina e da África. Recentemente concluiu estágio de pós-doutorado no Instituto Ontariano de Estudos Pedagógicos da Universidade de Toronto, Canadá.